Forma de FA que permanece por mais tempo e pode exigir estratégia de controle de ritmo, cardioversão ou ablação.
A FA persistente tende a manter-se por períodos prolongados, frequentemente exigindo cardioversão, medicamentos ou ablação para tentativa de restauração do ritmo sinusal.
Avaliamos duração da arritmia, tamanho atrial, comorbidades, sintomas e chance de sucesso do controle de ritmo. O planejamento pode incluir cardioversão, ressonância, ecocardiograma, otimização clínica e ablação.
O tratamento é mais estratégico e individualizado, combinando redução de fatores de risco, anticoagulação, controle de ritmo/frequência e ablação quando houver benefício esperado.
O objetivo é oferecer diagnóstico preciso, segurança, tecnologia e decisão personalizada para cada paciente.
Dúvidas frequentes sobre Fibrilação Atrial Persistente.
Fibrilação Atrial Persistente é uma condição relacionada ao ritmo ou à estrutura cardíaca. A apresentação, o risco e o tratamento variam de pessoa para pessoa.
Podem ocorrer palpitações, tontura, desmaio, falta de ar, desconforto no peito ou ausência de sintomas. Sintomas súbitos ou intensos exigem avaliação imediata.
A avaliação pode combinar história clínica, exame físico, eletrocardiograma, Holter, ecocardiograma, ressonância, teste genético ou estudo eletrofisiológico, conforme o caso.
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